terça-feira, 16 de dezembro de 2014
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
sábado, 25 de outubro de 2014
a mais linda gordinha do brasil
mande fotos suas pra nós , queremos conhecer as mais lindas gordinhas do brasil
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
CÉUS A MODA NÃO É MAIS MANEQUIM 36 , É TRIPLO ZERO NO BRASIL EQUIVALE A NUMERAÇÃO 30 ,JA EM LOJAS MUNDIALMENTE FAMOSAS
Se você acha que o sonho de consumo de milhares de mulheres é fazer seu corpinho caber em uma calça número 36/38 está redondamente enganada. A onda agora é vestir peças "triplo zero", o que aqui no Brasil corresponderia mais ou menos à numeração 30. O nome dado é em decorrência ao já existente "zero zero", criado há oito anos pelos americanos. Estas peças com a nova numeração [triplo zero], a título de curiosidade, estão sendo comercializadas em lojas americanas mundialmente famosas, como Abercrombie e Fitch. A mesma da polêmica envolvendo os consumidores gordos e feios.
Para se ter uma ideia do tamanho dessas roupas, minha sobrinha Valentinna que vai completar seis anos de idade é uma menina bem magra e tem uma cintura que mede 50 centímetros (cm), apenas 8 cm a menos do tamanho que uma pessoa adulta precisa ter para vestir peças tamanho triplo zero. Para ficar mais claro ainda e não restar dúvidas, normalmente, quem possui 58 cm de cintura são meninas entre 6 e 8 anos de idade.
Parece absurdo, mas a obsessão por ter um corpo cada vez mais magro faz com que mulheres com curvas poderosas, como as cantora Beyoncé e Nicki Minaj, se tornem gordas, se comparadas a um manequim número 30. E ao considerarmos, por exemplo, as diversas culturas existentes no mundo, e de como elas enxergam o que é bonito, talvez tivéssemos inúmeros padrões de beleza espalhados por aí. Ou quem sabe, se o foco fosse mesmo a saúde, não teríamos um número tão expressivo de anorexia e bulimia existentes no mundo.
Tudo em função da busca pelo corpo "perfeito" que, aparentemente, não é perfeito nem para quem já é suficientemente magro. E, infelizmente, mais e mais mulheres ficam neuróticas com os seus corpos e começam a se autodepreciar, a se sentirem feias (mesmo sendo lindas!) e a se verem cheias de defeitos. Não é para menos, pois suas musas inspiradoras - cantoras, atrizes etc - possuem o tal corpo idealizados por muitas.
Então, essas meninas iniciam dietas da moda e se agarram em procedimentos estéticos perigosíssimos, como se isso fosse fazê-las tão magras, famosas e felizes quanto as celebridades que elas cultuam em suas mídias sociais. Mas, a culpa seria das celebridades? De certa forma, de acordo com especialistas, as "beldades" sabem que as fotos que mostram seus corpos muito magros e secos causam comoção, rendem compartilhamentos. E todos sabemos que os fãs se espelham em seus ídolos.
Entretanto, o grande problema não é a "celebridade" em si. Elas vivem de sua aparência para fecharem cachês milionários e se tornarem espectros humanos. O problema, de fato, são as milhares de mulheres - cujo biotipo não se encaixa na magreza excessiva - desejarem o mesmo. Além disso, sinceramente, não consigo entender onde está a responsabilidade social das empresas que, digamos, "odeiam" os gordos. Afinal, para eles, gordo representa doença. Sendo assim, vinculam suas marcas às modelos anoréxicas e bulímicas.
No fundo, no fundo, a verdade é uma só: lembre-se sempre que mesmo que você fosse perfeita para esses tais padrões, ainda assim, de alguma maneira, fariam com que você se sentisse imperfeita. Porque se quiser continuar se culpando por não caber em uma calça 38 e, provavelmente daqui algum tempo numa 30, sinto muito por você. Eu já me culpei demais nessa minha vida por não caber nessas roupas criadas por gente que nem sabe o meu nome, meus sonhos e meus desejos. Se soubessem, com certeza adaptariam as peças a mim e não ficariam me forçando a ter que me adaptar a elas.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
CASE-SE COM UM HOMEM QUE SE ORGULHE DE SUAS CONQUISTAS , CASE-SE COM UM HOMEM QUE VOCE RESPEITE , ADMIRE
Case-se com um homem que deite no seu colo, de um jeito meio largado, meio descompensado, meio de quem pede ajuda porque o chefe é um mala e as coisas só dão certo porque ele tem você no fim do dia. Não escolha alguém que faz tudo por você, que vive por você, que atende todos os seus caprichos. Sabe por quê? Porque um cara desses deixaria de ser dele pra ser seu, se esqueceria da vida dele pra viver a sua e, cá entre nós, você quer somar, não é? Ou quer alguém que viva por você, não com você? Por isso mesmo é que você deve se casar com alguém que traga um novo mundo pra juntar ao seu e que te mostre como os seus planetas ainda podem ser desalinhados de uma forma bonita.
Case-se com um homem que te desperte. Da cama, do medo, dos pesadelos. Que te beije na testa com ternura e faça cafuné, mesmo sabendo que você odeia que enrolem o seu cabelo. Um homem desses que despenteiam, desses que deixam uma bagunça gostosa no meio campo. Queira um homem, um cara, um rapaz, seja lá o seu termo preferido, que tenha um olhar que não te atravesse. Alguém que vai olhar pra você e ver quem você é, sem construções idealizadas ou suposições construídas na fantasia. Sem olhares que atravessam e se desviam, que não encontram os seus olhos e caminham pelo seu corpo. Escolha os olhos daquele que sustenta o mundo quando te olha. Ele tem que ser forte, e talvez a força dele seja essa de te ajudar a dividir o peso do mundo nas costas, de te ligar no almoço pra dizer que te ama e que nunca se esqueceu de ti.
Queira um cara que vá se emocionar quando vê-la entrando na igreja. E que se emocione com você de pijama acordando. Que te ache linda independente do seu manequim e que se orgulhe de você pelas suas conquistas do dia a dia, até aquelas pequenininhas como conseguir passar do primeiro dia da dieta. Case-se com um homem que vá rir de você quando você fizer um escândalo por ter quebrado a unha ou por ter furado o dedo pregando um quadro na parede. Ele tem que ser do tipo que sabe que você não precisa dele, e por isso mesmo que fica. Fica e vai ficando, vai se alojando no sofá, vai deixando a escova de dentes e quando você for ver, ele vai ter aprendido alguma receita no Google pra tentar te impressionar. Valorize um homem pelo esforço dele, não só pelo resultado final. Você vai perceber que um homem que se esforça pra te ver feliz é um homem que vale mais do que qualquer Encantado que a Disney tentou te vender como homem perfeito. Desconfie de um cara sem defeitos. E aprenda: tipos perfeitos como os dos livros infantis não existem. O que existe são homens que, ao seu modo, conquistam você e fazem pender a balança pro lado das qualidades, enquanto você aprende a lidar com os defeitos.
Deseje um guri que seja louco. Não por você, mas pela vida. Gente louca pela vida gosta de explorar o mundo, a cidade, a rua de cima, o novo restaurante japonês da Liberdade e tudo mais. Gente que é louca pela vida entende bem de liberdade, companheirismo, amizade e todos esses sentimentos que só quem gosta de viver entende. Além disso, te garanto que gente assim tem um ótimo papo. Daqueles que não contam vantagem e ainda desenham na sua cabeça as cenas todas que alguém com muita paixão já viveu. Daqueles que fazem você se apaixonar sempre que falam da forma com que o mundo deles mudou desde que você chegou.
Por fim, mas não menos importante, case-se com um homem que te ame em detalhes. Nos cartões das flores, na careta da selfie, na camisa cafona que a sua mãe deu de presente, na vez em que ele percebeu que você tinha cortado o cabelo antes de você falar, nos pedidos de comida às duas da madrugada quando ele percebe que você tá morrendo de fome e cagou pra dieta, no anti-alérgico que ele carrega na carteira caso você precise. Case-se com quem te faça sentir que esse texto é pouco pra falar dele e te faça vontade de continuar a escrevê-lo, mesmo que você não seja lá muito boa com palavras, mesmo que você só saiba definir o que sente por ele como amor.
DESOCUPA A MOITA CAPIVARA , LARGA O BOFE ABENÇOADA!
Não sei quem foi, mas com certeza essas palavras foram proferidas por alguém muito sábio: “voltar pra um velho amor é que nem ler um livro pela segunda vez – você já sabe como vai terminar.” Sim, porque nosso coração romântico tende a achar que isso é exagero, que sempre há chances quando há amor, e que nunca é tarde pra se arrepender. A realidade, porém, tem se mostrado impiedosamente contrária a esse nosso ideal romântico de relacionamentos.
Ficar com alguém só por amor é uma péssima ideia.
Pessoas que se recusam a acreditar esse fato acabam quebrando a cara incontáveis vezes. Porque o amor é necessário, mas ele, sozinho, não sustenta uma relação. É preciso muito mais do que isso. Parceria, respeito, companheirismo, objetivos de vida similares, sexo de qualidade, são apenas algumas dentre as diversas características necessárias pra se sustentar um relacionamento formado por duas pessoas distintas. Sem elas, desculpe-me o Cazuza, nem todo amor que houver nessa vida é o bastante.
Quando um relacionamento termina é porque alguns dos pilares básicos não estavam fortes o bastante e, acredite se quiser, na maioria das vezes o amor não é um deles. Porque é muito comum observar casais que terminam ainda se amando. O amor continuava intacto, mas outras afinidades não estavam bem estruturadas o que impossibilita a continuidade de um relacionamento feliz. Só que a carência, a saudade da rotina, as noites frias de domingo sozinha na cama, nos fazem acreditar no contrário. É mais fácil ceder do que resistir. E nós, fracos que somos, ficamos assustadíssimos diante de uma realidade na qual não temos mais o conforto de uma relação que fez parte da nossa existência por tanto tempo. Recomeçar é difícil demais. O vazio machuca demais. E no meio dessa fase dolorosa de recuperação, eis que surge o ex – uma esperança no fim do túnel pra nos tirar do sofrimento. Como a mente mente, ela nos faz acreditar que dessa vez vai ser diferente, que tudo vai mudar – e nós, num ato de desespero, voltamos. Muito provavelmente pra descobrir – depois que a fase da empolgação de um novo começo acaba – que nada mudou.
Costumo comparar essas segundas chances como alguém que anda de bicicleta. Você estava pedalando feliz até que um dia levou um tombo e estourou o joelho, que ficou em carne viva. Daí você sente dor, passa remédio, faz curativo. Só que a vontade de andar de bicicleta de novo é tão grande que, mal a ferida cicatrizou, e você já sai pedalando de novo. Até que passa novamente por um buraco e se estatela no chão. O pobre joelho que estava começando a se recuperar, retrocede, ficando ainda mais machucado do que antes. Tudo isso porque você não soube dar-lhe o tempo necessário pra se recuperar, pra se renovar, pra trocar de pele. Experimente trocar o joelho pelo seu coração – é assim que você age quando volta pra um amor antigo por causa da carência. Seu coração estava no processo de cura, precisando de cuidado, de isolamento, até que estivesse pronto pra outra. Mas você ignorou o aviso do corpo. Se entregou novamente àquele amor antigo, que você sabia que lhe faria mal, cedo ou tarde. Se tivesse dado o tempo necessário para a cura completa, aí sim estaria pronta pra andar de bicicleta novamente e explorar outras esquinas pelo mundo. Dessa vez, consciente, fortalecida e preparada. Mas você foi fraca e, como não poderia ser diferente, estatelou seu coração mais uma vez.
Por isso já dissemos por aqui que ser feliz é mesmo pros corajosos. Aqueles que jamais se esquecem que o maior amor do mundo tem que ser o amor próprio. Sempre que você passa em cima desse amor em nome do amor por outra pessoa, o resultado já é conhecido – você ativa o botão do VDM (vulgo, vai dar merda.) E sempre dá, as estatísticas confirmam. Por isso, sempre que nos sentirmos tentados a dar uma outra chance pra algo/alguém que nos fez mal, deveríamos nos lembrar que a vida é boa, que é bela, e que estamos aqui em contagem regressiva, por isso não há tempo pra apostar nos mesmos erros. Só assim nos permitiremos, antes de qualquer coisa, dar uma segunda chance pra nós mesmos.
