domingo, 1 de julho de 2012

PROJETU NU PARTICIPE


ESTAMOS  PRECISANDO DE 25 MULHERES NORMAIS , COM TATUAGEM , CICATRIZ , GORDAS , ENFIM MULHERES NORMAIS  PARA SEREM FOTOGRAFADAS NUAS  EM NOVEMBRO DE 2012 VEJA A MATERIA A SEGUIR :



SHOOTS PRÓXIMOS

Novembro 2012 | Brasil

Estamos extremamente felizes em anunciar que estaremos filmando no Brasil durante as primeiras 2 semanas de novembro.Atualmente planejamos  fazer fotos em São Paulo,Rio Janeiro, Manaus e uma cidade adicional dependendo do interesse. Por favor, preencha o formulário de participação para a direita se você está interessado e nos ajudar a espalhar a palavra!

FAQ

Quem pode participar?

O projeto é aberto a mulheres de 21 anos, independentemente do tipo de corpo, peso, etc ... Para o efeito, não é necessário apresentar fotos nuas de si mesmo com o seu pedido de participação.

Onde você filmar?

Nossa série atual está definida nas casas participantes. Estamos com sede em Minneapolis, mas muitas vezes fazemos  fotos e filmagens  quando viajamos. Se você não puder  estar em nossa sede em Minneapolis,  você poderá   se inscrever, envie-nos uma mensagem no formulário de contato e estaremos em contato  .

Você me pagar / Eu tenho que pagar?

A participação no projeto é gratuita, mas para o seu tempo, você vai receber cerca de 10 retoues  de maquiagem, imagens em fotos e videos  para seu próprio uso pessoal. Pedimos que se você usar as imagens online, você acompanha cada um com um crédito de foto e link para o site do Projeto Nu.

Quanto tempo demora uma sessão de tomar?

Geralmente em torno de uma hora, se estamos no estúdio e cerca de 2 horas.

Quanto tempo leva para chegar em minhas imagens?

Tempos de processamento variam de acordo com o quão ocupado estamos com outro trabalho. Entraremos em contato por e-mail quando suas imagens estão prontas.

O que você vai fazer com as imagens?

Eles farão parte website e blog projeto nu . Também estamos esperando para publicá-los em um livro.

Se eu não quero que você use minhas imagens online / na impressão?

Este projeto é toda sobre o wilingness dos indivíduos a compartilhar suas histórias de uma forma pública. Entendemos que isso não é certo para todos, por isso, se você estiver interessado em uma sessão privada, que não são publicados para o Projeto Nu, aqueles começam em $ 1500 e inclui um crédito de impressão. Entre em contato conosco se você quiser mais informações.

Qual é o próximo passo, se eu quiser participar?

Por favor, preencha o formulário de participação para a direita e você será contatado sobre tiros próximos. Obrigado!

COLEÇÃO LA MAFÊ

 coleção de inverno da La Mafê

EIS A QUESTÃO

OPÇÃO OU ESCOLHA
por Keka Demétrio

A vida sempre nos apresenta opções e junto com nossas escolhas são elas que determinam se vamos sorrir ou chorar, cair ou permanecer de pé, se vamos realizar ou não nossos sonhos, e até mesmo a forma como vamos evoluir como seres humanos. Para quase tudo na vida existe uma opção, mas o que não pode acontecer de jeito nenhum é você permitir se tornar uma opção na vida de alguém.
Você, eu, ninguém, absolutamente ninguém, deve ser apenas uma opção na vida de outrem. Todos nós merecemos amar e sermos amados, mas principalmente sermos respeitados em nossa individualidade e até mesmo em nossas fraquezas. Ao se permitir ser apenas uma opção, estará sendo um paliativo para tapar buracos emocionais existentes na vida do outro e, pior, abrindo feridas bastante doloridas em si mesmo.
Você não tem que estar sempre em primeiro lugar na lista de prioridades dele, mas tem que ter lugar cativo e preferencial. Sem essa de você ficar se iludindo, criando desculpas para o encontro que não aconteceu, para o fim de semana em que ele não apareceu, para o telefonema que ele não te deu. Quem gosta, quem se importa de verdade, não arruma desculpas, arruma tempo, dá um jeito. Eu sei que quando temos sentimentos de amor por alguém, não é fácil encarar a realidade de que o outro não nutre por nós a mesma coisa, dói, mas é melhor encarar, chorar, sacudir a poeira e seguir em frente, do que ficar vivendo de ilusão, de sonhos que não vão se realizar, desperdiçando vida.
Desde a hora em que acordamos já temos milhares de opções para escolhermos, e algumas nem fazem tanta diferença em nosso dia, então, entenda e acredite de uma vez por todas que você é especial demais para figurar como uma simples opção na vida de alguém. Você faz a diferença onde quer que vá, onde quer que entre, no que quer que faça, para receber amor, atenção, carinho e sexo, em migalhas. Quando você é opção, é o outro quem determina quando, como e onde você vai ser feliz.
Se você aprendeu a amar quem te faz de opção, então não vai ser difícil aprender a amar a si mesmo, porque quando isso acontece, deixamos de ser opção e passamos a ser prioridade, primeiro em nossa própria vida e depois na vida de alguém que mereça de verdade o nosso amor por inteiro, aquele amor que dignifica, apóia, auxilia, admira, entusiasma, incentiva e até diverge, mas que transborda e faz um querer que o outro evolua e seja melhor a cada dia. E isto não é questão de opção, é escolha.

10 MOTIVOS PARA NÃO SER UMA MODELO PLUS SIZE


10 dicas para você não querer ser modelo plus size

Por Renata Poskus Vaz
O título deste artigo pode parecer um tanto quanto pessimista. Sei que aquela coisa de dizer “acredite em você, persista, não desista nunca etc” é muito bacana. E é mesmo. Desde que estejamos acreditando e apostando em nossas verdadeiras vocações. Quando se aplica a ser uma modelo plus size também é excelente insistir, persistir, desde que se tenha uma real visão acerca deste universo, dos obstáculos e de suas potencialidades neste quesito. Por isso, hoje, ao invés de uma matéria com dicas para ser uma modelo plus size, decidi escrever uma lista de motivos para você não ser. Este artigo foi feito com base em depoimentos de minhas seguidoras do Facebook.
1)    Muita modelo para pouco trabalho
 Há uns 4, 5 anos eram poucas as modelos no mercado plus size e essa minoria trabalhava bastante. A modelo não precisava ser linda, maravilhosa e tampouco existia um padrão para classificá-las como aptas ou não para este trabalho. Até porque, anos atrás, poucas eram as “corajosas” que assumiam suas curvas e se predispunham a fotografar para “grifes de gorda”.
A quantidade de novas grifes e de antigas que passaram a investir em catálogos aumentou muito. Mas a quantidade de aspirantes a modelo cresceu muito também. E não proporcionalmente, infelizmente. Hoje, há uma legião de gordinhas querendo realizar o sonho de ser modelo, mas não há grifes suficiente para absorver essas aspirantes.  E mesmo as que conseguem uma oportunidade, levam muitos “nãos” antes do primeiro trabalho, o que pode ser frustrante.
Conclusão: Se você não está preparada psicologicamente para toda essa concorrência e para possíveis reprovações em castings, não tente ser uma modelo plus size.
2)    Você pode não ter perfil para modelo plus size



Mayara Russi, manequim 52
Como disse logo acima, antes não existiam padrões para modelo plus size. Com excesso de candidatas, as exigências foram aumentando. Da mesma forma que nem toda magrinha bonita consegue ingressar na carreira de modelo, nem toda gordinha bonita conquista sua oportunidade no mercado de modelos GG. As características físicas desejadas pelos contratantes atualmente são: corpo proporcional estilo ampulheta ou corpo formato pêra (com quadril largos, sem exagero), desde que a modelo não tenha pouco seio. Os manequins prediletos são o 46 e 48, mas o mercado tem boa receptividade também para as profissionais que vestem de 44 a 50. Há exceções, como Mayara Russi, que veste 52.

Silvia Neves: perto dos 40 anos, com muito sucesso
A pele deve ser bem cuidada, sem espinhas, acnes e manchas (celulite e estrias estão liberadas, sem exagero!rsrs). O cabelo esperado quase sempre é o de comprimento médio ou comprido, que permite maior variação de penteados (mas nada impede de você ter cabelos curtos e usar aplique, quando preciso).  A preferência é por modelos altas, acima de 1,65m e com idade até 30 anos. Há quem fuja a regra, como as modelos Marcia Ornellas, Silvia Neves e Marcia Saad, que já completaram ou estão prestes a completar 40 anos e continuam trabalhando – e muito!
As Marcias: Saad e Ornellas
Uma dica que dou quando me perguntam: “tenho perfil para ser modelo plus size?”  é que a aspirante se compare com as modelos que trabalham atualmente no Brasil e veja se o seu perfil físico se assemelha ao delas. A opinião não precisa vir de um estranho, mesmo que seja um profissional da área, porque somos adultas e maduras suficientemente para não uma autoanálise. Obvio que uma modelo com um perfil bem diferente possa mudar todo esse padrão atual, como Gisele Bündchen mudou o perfil das modelos magrinhas, por exemplo. Então lá vem a pergunta para você que é completamente diferente das modelos plus size em atuação na atualidade: “você acredita que vai revolucionar o mercado GG? Acredita que tem esse “q” a mais? Então, vá em frente!”.
Conclusão: Se você é linda e maravilhosa, mas não está dentro do padrão atual das modelos plus size, tem duas opções: tentar mudar esse cenário insistindo até que alguma grife invista em seu perfil, ou não tentar ser modelo plus size.
3)    Os cachês são baixos
Fluvia Lacerda: a top que diz ganhar 30 mil por trabalho
A gente abre o jornal e lê uma notícia em que Fluvia Lacerda diz ganhar 30 mil em um único trabalho como modelo plus size. Isso enche os olhos. E enche mesmo. Mas tirando Fluvia, nunca ouvi ou conheci alguém que divulgasse  e/ou provasse receber um cachê tão substancioso. Os cachês mais altos costumam vir de catálogos de lojas de departamento, comerciais de TV e grandes marcas que não trabalham apenas com o público GG. São cachês que variam em média de2 a5 mil (e quase sempre você tem que pagar de30 a40% para uma agência que intermédia sua participação).
Ok, você vai pensar que isso é bom demais. Mas quantos catálogos de lojas de departamento, grandes marcas ou comerciais com gordinhas você viu este ano? A maioria dos trabalhos, vêem de confecções e lojas plus size que pagam de400 a2 mil de cachê. E há quem não pague nada.
Além disso, você deve ter em mente que essas empresas fazem catálogos apenas duas vezes ao ano. Em junho, julho mais ou menos começam a fotografar as coleções de verão. E em novembro as coleções de inverno. Só.
Cleo Fernandes, que trabalha todos os meses
Conclusão: Se você precisa de dinheiro para pagar contas ou para contribuir no orçamento familiar, não tente ser uma modelo plus size. Se der sorte ou tiver beleza, perfil, talento e vocação como as Tops Mayara Russi e Cléo Fernandes, terá trabalho (e dinheiro!) todos os meses. Caso contrário, poderá ficar no vermelho por muitos meses, mesmo que seja bem rígida com suas finanças;
4)    Ter disposição para trabalhar exclusivamente como modelo plus size

Simone Fiuza: trabalha exclusivamente como modelo plus size
Há alguns anos, como não existiam muitas modelos plus size disponíveis no mercado, a meia dúzia que trabalhava no setor poderia até conseguir ter um emprego fixo. As lojas, sem opções, adequavam suas agendas à agenda da modelo. Quase sempre as fotos eram feitas em horários alternativos e/ou aos fins de semana. Hoje, com excesso de oferta de modelos, as grifes seguem seus cronogramas e as modelos é que se adéquam a eles.
Além disso, como há grande oferta de modelos, são realizados castings, que são seleções presenciais, que podem acontecer a qualquer dia ou horário. Quase sempre funciona assim: você manda a sua foto, se passar na primeira triagem precisa comparecer a um casting presencial na hora determinada pelo cliente. Lá, vão outras pré-selecionadas também. Tudo isso consome tempo, muito tempo.
Conclusão: a não ser que você tenha um chefe camarada, que te libere quando for preciso para os castings e trabalhos, não tente ser uma modelo plus size.
5)    Paciência para lidar com panelinhas
Existem no mercado da moda das magrinhas e no mercado GG não seria diferente. Eu, por exemplo, sou super a favor das panelinhas, que prefiro denominar “relações de confiança”. Querem um exemplo? Preciso de uma modelo loira manequim 48 para indicar para um cliente. Quem indico, uma modelo 48 linda que conheço pessoalmente e sei que tem uma excelente postura profissional ou aposto em uma modelo com beleza semelhante, mas cujo profissionalismo (ou falta dele)  desconheço e que pode me comprometer profissionalmente?
É só olhar para dentro das suas próprias casas. Você colocaria em casa uma diarista ou uma babá para seus filhos sem conhecê-la, sem indicações ou sem buscar referências? No mundo plus size é igual. Mas não significa que novatas não terão sua chance.
Erica Calderal: sem book, na persistência e na cara-de-pau conseguiu seu primeiro trabalho
Erica Calderal, por exemplo, modelo do Rio de Janeiro, que já fotografou para a Elegance (sonho de consumo de qualquer modelo plus size), não era amiga de nenhuma pessoa que pudesse favorecê-la em seleções e, mesmo assim, integrou o casting selecionadíssimo de modelos da marca. O segredo ela me contou: passou dias enviando suas fotos (pessoais, pois ela não tinha book) para as marcas prediletas e solicitando uma oportunidade como modelo plus size. Calhou da Elegance estar procurando uma modelo de pele morena ou negra manequim 46 e Erica reunia essas características além de ter talento e vocação.
Conclusão: Se você não tem paciência para conseguir sua primeira oportunidade, não tente ser modelo plus size, pois pode demorar muito tempo.
6)    Lidar com egos inflados, fofocas etc
 Como disse acima, sou super a favor da valorização das relações de confiança. Mas fazer grupinho para denegrir, ofender, desmerecer ou prejudicar uma concorrente profissional é o fim da picada e, infelizmente, isso rola muito no meio plus size. Para nosso consolo (ou desespero) não é exclusividade nossa esse tipo de comportamento. Dizem as más línguas que as modelos magrinhas também vivem em pé de guerra. Muitas vezes, você entra em um lugar, faz seu trabalho direitinho e mesmo assim vira alvo de fofocas por parte de “colegas”. Se cumprimentar e for atenciosa com todo mundo é chamada de pegajosa, falsa ou bajuladora. Se disser somente o necessário é chamada de seca, metida e mal criada. Enfim, lidar com tantos egos mega inflados não é fácil.
Muitos falam em união entre a classe, mas a maioria das modelos plus size não vão te dar indicações, te convidar para castings e nem te indicar agências. Não se engane.
Conclusão: Se você não está preparada para um mundo de vaidades, não tente ser modelo plus size.
7)    Disposição para fazer o próprio Marketing

Jovianny Sierascky mantém um site de divulgação com todos os seus trabalhos
A modelo é um ser humano, fato. Mas neste cenário a modelo também é como um produto. É necessário sempre cuidar desse produto: trate bem do seu corpo, do seu cabelo e manter um material atualizado. Monte uma página no Facebook e alimente-a com seus trabalhos, como um portfólio virtual.  Se engordar, emagrecer, cortar radicalmente o cabelo, tingi-lo, faça novas fotos. Não é necessária nenhuma super produção, apenas uma foto para mostrar como você está atualmente. Assim como fez Erica Calderal, envie suas fotos para as confecções e produtores. Não espere que façam isso por você e lembre-se sempre que quem não é visto não é lembrado. Fique de olho nas postagens na internet que divulguem seleções para catálogos e desfiles. Faça isso todos os dias, incansavelmente.
Conclusão: Se não tiver tempo para o marketing pessoal, não tente ser modelo plus size.
8)    Fotografar com roupas que você jamais compraria


Fluvia Lacerda para Vogue Itália
Como modelo você sabe que precisa trabalhar. Como um ser humano responsável, você jamais fotografaria para uma grife que usasse roupas feitas com peles de animais, ou que fossem feitas com trabalho escravo ou matéria prima roubada. Fato. Isso é crime. Mas e fotografar roupas feias, que você não gosta, não é um crime consigo mesma? Em um mercado tão concorrido, você deixaria um cachê graúdo de lado simplesmente porque não curte as roupas da grife?
Uma modelo profissional tem que vestir uma roupa horrorosa e fazer cara de felicidade. Até mesmo porque o seu gosto pode não ser o mesmo de outras pessoas, consumidoras em potencial. Eu mesma canso de ver modelo ser chamada para um trabalho e, quando chega lá, quer mudar a roupa com o argumento de que não gostou daquele modelo, ou porque não combina com ela etc. Um absurdo!  A modelo é um cabide e as roupas que ela fotografa não devem necessariamente exprimir a sua personalidade.
Conclusão: Aceitou um trabalho, então faça cara de “to linda!” e não reclame. Ou então, não tente ser modelo plus size.
9) Banalização do termo “modelo plus size”




Hoje, qualquer gordinha sai dizendo por aí que é modelo plus size. Basta entrar no Facebook e você verá: “Fulana de tal, modelo plus size”. O status que esse termo poderia conferir, hoje, já virou motivo de piada. Modelos plus size de verdade evitam colocar a descrição de suas atividades em seus perfis justamente por conta dessa banalização. Há também aquelas que dizem ser modelo há mais de “x” anos e não tem um único trabalho remunerado em seu portfólio para comprovar. Compartilham fotos de lingeries ou seminuas em poses semi-ginecológicas tiradas em casa, sem nenhuma produção ou cuidado, na tentativa de atrair atenção e acabam gerando a errônea ideia de que as modelos plus size são desfrutáveis ou vulgares, o que não corresponde com a realidade da maioria que trabalha verdadeiramente com isso. Isso gera uma série de aborrecimentos para quem trabalha de forma séria, por conta das comparações muitas vezes injustas.
Conclusão: Se não quer receber propostas indecentes de homens pela internet que te confundem com as “modelos plus size” não atuantes , não tente ser modelo plus size. 
10) Você pode ser feliz mesmo não sendo modelo plus size


Eu achava que ser modelo plus size mudaria minha vida
As vezes a gente insiste em ser modelo plus size porque quer o reconhecimento e aprovação alheia. Falo com propriedade de causa, porque em 2007, mesmo no fundo do poço da baixa-estima, fiz meu primeiro desfile como modelo plus size. Eu queria que me achassem bonita, que me aceitassem como sou. Entretanto, a grande mudança em minha vida não aconteceu porque desfilei na TV para uma grande marca de moda GG. A grande mudança aconteceu dentro de mim, não quando os outros passaram a me achar bonita, mas quando eu mesma me achei bonita, por dentro e por fora. Foi quando reconheci em mim as minhas mais fortes potencialidades, e minha beleza não era a maior delas. Percebi que eu ra determinada, esforçada, que escrevia bem e que conseguia tocar as pessoas com minhas idéias e meu jeito de olhar a vida. Vi que, com isso, poderia investir em minha carreira como jornalista e, posteriormente, de empresária e consultora de moda. Continuei, é claro, fazendo alguns trabalhos como modelo, mas como um aditivo, um passatempo. O que me realiza é me comunicar com meu público fiel, seja na TV ou por meio das redes sociais.
Conheço mulherõesadormecidos que também são obcecadas com a idéia de ser modelo para obter esse mesmo reconhecimento que eu buscava. Mulheres que podem se tornar excelentes enfermeiras, secretárias, donas de casa, advogadas, empresárias, professoras, diaristas… Mas acham essa vida normal pequena demais, ou insuficiente demais para conquistar a admiração alheia. Na verdade, essas mulheres devem mudar primeiro a visão que têm de si mesmas para só depois entenderem que não é só o trabalho de modelo plus size que lhes dará essa sensação de reconhecimento.
Conclusão: Se a sua intenção é conquistar a admiração alheia, não tente ser modelo plus size. Antes, admire-se primeiro!
FONTE: MULHERÃO












O TRIUNFO DOS GORDINHOS


Matéria da revista Época deste fim de semana traz a TOP CLÉO FERNANDES  NA CAPA

Eles já são maioria em várias capitais. De discriminados, passaram a valorizados – pelo mercado e pela cultura pop
Fonte: Revista Época
O Brasil é um país exibido. Nas praias e nas ruas, a exposição generosa de pernas, tórax, bíceps e bumbuns é previsível como o sol quase diário num país tropical. Nos últimos anos, os contornos ganharam volume. Somos hoje uma nação de gente cheinha – ou redonda, ou gorda, o adjetivo depende do observador. Quase metade da população (48%) pesa mais do que deveria. Os gordinhos já são maioria (52%) na população masculina. Em várias capitais, o excesso de peso é a regra entre os moradores de ambos os sexos. É o caso de Porto Alegre (55%), Fortaleza (53%), Cuiabá (51%) e Manaus (51%). Apenas o Sudeste não tem nenhuma capital que tenha alcançado esse nível, mas o Rio de Janeiro está quase lá (49%).
Esse novo cenário do Brasil – agora, além de país mestiço, também um país roliço – inspira uma mudança cultural. Antes desprezados, os gordinhos passaram a ser valorizados. Alguns indícios.
• A convicção de que existe beleza gorda tornou possível a criação de um concurso disputado por mulheres que inspirariam qualquer pintor renascentista. A atual Miss Brasil Plus Size pesa 98 quilos – e, como é possível observar na foto de abertura desta reportagem, é linda.
• A C&A convidou a cantora Preta Gil para ser garota-propaganda. Em julho, a rede de lojas lança uma linha inspirada nela. Os tamanhos vão de 46 a 56. De gordinha excêntrica, Preta se tornou representante de um tipo genuinamente brasileiro. Outras grifes vêm lançando uma variedade sem precedentes de produtos para o público GG (leia os quadros ao longo desta reportagem).
• No mundo da cultura pop, os gordinhos também triunfam. É o caso da rainha do tecnobrega, a paraense Gaby Amarantos (1,66 metro e 76 quilos). E também do ator Tiago Abravanel, que brilhou nos palcos como o cantor Tim Maia. Ele será um dos destaques da próxima novela das 9 da TV Globo, Salve Jorge, na pele de Demir, um sedutor irresistível.
No mundo do design, hoje é possível encontrar cadeiras de escritório nas versões P, M e G, assim como mouses de computador ideais para mãos gordinhas. Encontrar anéis e alianças em numerações maiores deixou de ser um problema. A maioria das joalherias pensa nisso e oferece soluções.

Capa da revista Época - edição 737 (Foto: divulgação)
As brasileiras aprenderam a valorizar o padrão de beleza da mulher real. Essa tendência foi captada pelo Instituto Data Popular, especializado em pesquisa e consultoria em estratégias de negócio. ÉPOCA publica em primeira mão, na edição da revista que chega às bancas e ao seu tablet (baixe o aplicativo) neste fim de semana, os dados dessa pesquisa. Foram entrevistadas 15 mil mulheres acima de 16 anos, de todas as classes sociais. As voluntárias receberam fotos de três mulheres famosas (sem identificação do rosto), vestidas apenas de lingerie. Na página de ÉPOCA no Facebook e no Google+, você pode ver essas fotos e também opinar: qual o corpo mais atraente? Qual o deles você gostaria de ter? Para 72%, o corpo mais atraente era o mais curvilíneo. A maioria (59%) gostaria de ter aquela silhueta. “O padrão de beleza deixou de ser o das passarelas. Ele é considerado pelas mulheres, e até pelos homens, pouco atraente, nada sensual e até feio”, diz Renato Meirelles, sócio diretor do Instituto Data Popular.

EU ESTILISTA?

“Já parou pra pensar que você é sua própria estilista? Que ao acordar você se prepara para um desfile diário, voluntário ou não, e ao se vestir faz suas escolhas? Já parou pra pensar que, assim como o estilista elege cores, formas, texturas, estampas, você seleciona as suas entre o que está disponível por aí? Que, como os estilistas, você também é influenciada pelo mundo que está à sua volta e pelo seu próprio humor, pelas alegrias e tristezas, dias de tédio ou paixão? Que ao fazer uma simples combinação de cores, texturas, estilos, você está mostrando a sua forma de ver a vida? Já parou pra pensar que a moda pode ser futilidade quando dela somos escravos, mas pode ser arte quando a usamos como forma de expressão? Que a escolha de uma roupa para vestir não precisa se pautar por ela ser ou não tendência, mas por combinar ou não com você? Já parou pra pensar em novas combinações para velhas peças? Já parou pra pensar que tem dias que a gente é criativo e, em outros, alguém já foi criativo por nós, e isso facilita? E que nessas horas você veste a sua admiração por um artista? Já parou pra pensar que o seu guarda-roupas é a sua coleção? Que a moda pode ter tanta inspiração quanto um quadro, uma escultura, uma música, um filme? Que a moda pode ser arte andando por aí? Já parou pra pensar que a moda pode ser uma forma de acentuar sua individualidade, e não de uniformizar pessoas? Já parou pra pensar que moda é, acima de tudo, beleza? Um jeito bonito de viver? É fantasia no meio do cotidiano. É transcender a utilidade da roupa e colocar poesia nela. É a oportunidade de ser novo a cada dia e, ao mesmo tempo, ser mais você. Já parou pra pensar que a moda, como a arte, torna a vida mais suportável? Eu já.”


HOJE VOU ASSIM.

ELEGANCE PLUS SIZE





LOOK VIA PLUS SIZE


















LOOK VIA PLUS SIZE.












Blusa: Via Plus | Colar: Via Plus | Cinto: acervo | Saia: C&A
A  Via Plus fica na Av. Nossa Senhora de Copacabana, nº 978, loja 115 – subsolo. Copacabana. Rio de Janeiro/RJ.



























VESTINDO A CAMISA


Camisas são um clássico da moda e esse modelo florido deu leveza ao look.  Vestindo um modelo da C&A, mas dá para encontrar várias opções em outras lojas que também vendem tamanhos grandes.